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ARAN condena ausência de fiscalização à economia paralela

A ARAN teve conhecimento que a GNR levou a cabo recentemente, a Operação Parafuso, na qual estiveram envolvidos 634 militares e que levantou 353 autos de contra-ordenação por infrações variadas.

A ARAN não está, obviamente, contra medidas que promovam o cumprimento da lei. Contudo, não pode deixar de condenar que as autoridades efetuem inspeções como aquela sem, antes, vigiarem as muitas entidades que laboram à porta fechada, as quais engrossam a lista de operadores da economia paralela.

São conhecidas as grandes dificuldade por que as oficinas portuguesas passam no presente. Além da crise, um dos fatores para essas dificuldades é a concorrência desleal dessa economia paralela. Por isso é que a ARAN defende que, antes de fazer operações como esta, as autoridades portuguesas devem combater as oficinas que trabalham à porta fechada, sem cumprirem quaisquer regras fiscais ou ambientais. Fazer operações como esta sem, primeiro, combater a concorrência desleal da economia paralela, é considerado pela ARAN quase um ultraje para com aqueles que pagam os seus impostos e todos os meses se debatem com grandes problemas para assumir os seus compromissos, nomeadamente o pagamento de salários a milhares e milhares de portugueses.